Eletrificação e Descarbonização
Os novos negócios da mobilidade de baixo carbono
Fabricantes, fornecedores de tecnologia, empresas de energia e grandes usuários analisam as soluções que já chegam ao mercado e os caminhos que podem colocar o Brasil na liderança da mobilidade de baixo carbono.
A questão já não é qual tecnologia. É como transformá-la em negócio.
A descarbonização da mobilidade brasileira ingressou em uma nova etapa. O desafio agora é transformar as alternativas de redução de emissões em produtos competitivos, produção industrial, infraestrutura e negócios economicamente sustentáveis.
Novas fabricantes começam a produzir veículos eletrificados no País, enquanto montadoras já instaladas anunciam investimentos em híbridos, híbridos flex e soluções que combinam eletrificação e biocombustíveis. Caminhões, ônibus e frotas urbanas adotam elétricos, biometano e biodiesel.
Esse movimento abre espaço para novos fornecedores, operadores de recarga, empresas de energia, desenvolvedores de software, recicladores de baterias e prestadores de serviços.
Matriz elétrica renovável
Eletricidade predominantemente limpa para abastecer a frota elétrica.
Biocombustíveis
Experiência reconhecida mundialmente com etanol, biodiesel e biometano.
Capacidade industrial
Parque de montadoras e fornecedores já instalado no País.
Mercado de escala
Um dos maiores mercados automotivos do mundo.
Cinco perguntas que vão definir a transição.
Ao longo do dia, quem decide investimentos, produção e operação no setor responde às questões que ainda estão em aberto.
- 01Quais tecnologias conseguirão ganhar escala?
- 02Quais serão produzidas no Brasil?
- 03A infraestrutura acompanhará o crescimento do mercado?
- 04Como financiar a transição?
- 05Onde estarão as melhores oportunidades de negócio?
Um dia inteiro de análise.
Programa sujeito a confirmação. Debatedores convidados.
A evolução das vendas de eletrificados no mundo, a participação de elétricos, híbridos e híbridos plug-in no Brasil, a visão de mercado para 2027, a infraestrutura de recarga, a produção nacional e os obstáculos ao crescimento.
O espaço do elétrico puro além dos grandes centros, dos híbridos convencionais e plug-in, o híbrido flex como solução brasileira de exportação e o futuro da cadeia local de fornecedores até 2030.
Em quais operações caminhões e ônibus elétricos já são viáveis — autonomia, recarga, custo de aquisição e custo total de operação —, o papel do biometano e do biodiesel e como financiar a adoção de veículos de baixa emissão.
A contribuição real de cada tecnologia ao longo de todo o ciclo de vida: produção do veículo e das baterias, geração de eletricidade e combustíveis, uso, reciclagem e descarte.
A integração entre motores, baterias, componentes elétricos e eletrônica, o que pode ser desenvolvido e produzido localmente e os investimentos para a convivência entre elétricos, híbridos e motores de alta eficiência.
Desmonte, reaproveitamento de componentes, reciclagem de materiais e destinação das baterias como fontes de matéria-prima e negócios — e os desafios de rastreabilidade, logística reversa, regulamentação e escala.
Desenvolvimento tecnológico, produção local de veículos e componentes, integração entre indústria e centros de pesquisa e uma nova cadeia de tecnologias limpas voltada ao mercado interno e à exportação.
Para quem vai construir os negócios da mobilidade de baixo carbono.
Montadoras
Estratégia de produto, produção local e escolha de tecnologias para leves e comerciais.
Fornecedores de tecnologia
Powertrain, baterias, eletrônica, software e as oportunidades da nova cadeia.
Energia e recarga
Empresas de energia, biocombustíveis e operadores de infraestrutura de recarga.
Frotas e grandes usuários
Transportadores, operadores de ônibus e frotas urbanas avaliando custo total de operação.
Quem apoia o seminário
Acompanhe ao vivo quem está definindo a transição.
A inscrição é gratuita. Você recebe o link da transmissão e os lembretes por e-mail.
